Tudo o que você precisa saber sobre CFTV.

No último post falamos um pouco do Software CMS. Para quem perdeu, o software CMS é uma central de gerenciamento de DVR’s, responsável por integrar imagens de DVR’s distintos e conectar diferentes dispositivos. Com ele é possível realizar comunicação bidirecional, vídeo conferência, função mapa eletrônico e central de alarme.

Na postagem de hoje, vamos falar em como instalar esse software e suas funções básicas.

Primeiramente, é importante ficar atento a alguns requisitos de hardware e software:

  • Hardware: seu processador deve ser P4 / 2.0GHz (mínimo) Placa de vídeo de 128MB (mínimo) Placa de rede 100/1000MB/s
  • Software: O CMS pode ser executado no Windows XP, sete, oito e dez. É necessário desabilitar o antivírus e Firewall.

Requisitos conferidos? Então vamos lá…

Primeiro passo, encontre o “CMS.exe” e o execute. Abrirá a seguinte tela:

Após, clique em “Next” e irá aparecer uma tela com o nome do computador e companhia. (É recomendado deixar como aparece, mas caso desejar poderá alterá-lo):

Clique em “Change” para selecionar o caminho de instalação (por padrão é: “C:\Arquivos de Programas\CMS”), então clique em “Next” para selecionar a pasta do Menu Iniciar como mostra a figura seguinte.

Em seguida, clique em “Next” e aparecerá a seguinte tela (apenas para verificar caminho de instalação e a pasta de atalho), clique em “Next” novamente e a instalação se iniciará.

No final da instalação, aparecerá uma tela com as seguintes informações:

Clique em “Finish” para terminar a instalação. Na área de trabalho foi criado o seguinte atalho:

 

Logo após executar o programa, a seguinte tela será apresentada:

É importante deixar os campos como estão, e clique em “OK”.

Pronto, requisitos conferidos e software instalados? Vamos para o próximo passo, falar um pouquinho das funções básicas do CMS.

Na “área de dispositivos” é possível localizar os grupos de DVRs e suas câmeras, podendo conectar os DVRs as câmeras.

A “área de operação” é possível visualizar as imagens das câmeras e configurá-las através do mouse.

A função “hora e data” exibe data e horário do sistema.

A “área de status” de disco mostra o espaço restante no disco onde os vídeos são armazenados.

O “PTZ” é responsável por controlar as câmeras com movimentação PTZ.

O “Log de operação” exibe logs de configurações e operações.

E por último, no “Menu” é possível navegar no menu, sub menu e configurar todas as funções do DVR.

Bem, na próxima semana tornaremos a falar do software CMS, porém, vamos falar um pouquinho do seu Monitoramento.

Caso você tenha perdido a publicação da última semana, acesse: http://www.clearcftv.com.br/dicas/software-cms-e-suas-caracteristicas/

Qualquer dúvida, entre em contato com nosso suporte: (35)3473-4000

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O CMS é uma central de gerenciamento de DVR’s, responsável por integrar imagens de DVR’s distintos e conectar diferentes dispositivos. Com ele é possível realizar comunicação bidirecional, vídeo conferência, função mapa eletrônico e central de alarme.

Além disso, ele apresenta características diferentes:

1 – Gerenciamento de usuários e permissões, suportando vários níveis de gerenciamento de usuários e configurações de permissões;
2 – Protocolo inteligente de transmissão de vídeo, maximizando o uso da banda de rede, especialmente em limitação de redes front-end, garantindo uma boa imagem;
3 – Arquitetura de rede, suportando vários DVRs, balanço de carga. flexibilidade para adicionar DVR’s, NVR’s e câmeras IP’s, melhorando a capacidade do sistema nas condições de integridade;
4 – Perfeito para monitoramento de vídeo, em tempo real, gravação automática, reprodução, configuração, poendo ser controlado individualmente;
5 – Regulagem dinâmica de decodificação de buffer, capacidade de ajuste da fluência, capacidade de ajuste da fluência do vídeo em tempo real durante o monitoramento;
6 – Gerenciamento centralizado de dados em todo sistema e transmissão, fornecendo monitoramento em tempo real. Usuários remotos podem monitorar, gravar e reproduzir através da rede;
7 – Fácil manipulação no controle de acesso, podendo os usuários controlar e definir cada ponto de monitoramento através do sistema e fazer a integração de mapa eletrônico;
8 – Reprodução, suportando vários canais ao mesmo tempo;
9 – Confiável, projetando uma medida especial e tolerância a falhas para garantir a integridade dos dados e o programa em execução;
10 – Escalável, tendo uma boa escalabidade e bem adaptável para maximizar o investimento do usuário;
11 – Conexão, suportando dois mosaicos de 64 canais ao mesmo tempo (monitoramento em tempo real e reprodução).

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Leia também: http://www.clearcftv.com.br/dicas/o-que-muda-com-ipv6/

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Antes de falar um pouco do IPV6 (sexta versão do Internet Protocol), vamos entender um pouquinho do IPV4, já que um é a evolução do outro.

O IPV4, ou Internet Protocol Version 4, é a atual tecnologia que permite que nossos aparelhos se conectem na Internet. Nessa versão do protocolo, cada dispositivo conectado recebe um endereço externo único de 32 bits, divididos em 4 blocos de 8 bits, que são representados através de números de 0 a 255 e separados por ponto. O IPv4 suporta cerca de 4.300.000.000 endereços, e o número de dispositivos conectados já é muito superior a esse número, e ai está o grande problema.

Olhando para esses números, grandes e sem fim, imaginamos que a internet precisa de mais endereços de IP. E é aí que surgiu o IPV6.

Mas afinal, quantos mais endereços de IP’s seriam necessários? Que tal mais números a se perder de vista?
Para ser mais precisa, o IPV6 é 79 octilhões de vezes a quantidade de endereços IPv4.

No IPv6, os endereços serão representados por números de 128 bits. Metade dos 128 bits, no entanto, está reservada para endereços locais numa mesma rede. Isso significa que somente 18.446.744.073.709.551.616 redes diferentes são possíveis.

Nossos stand alone são conectados ao IPV4, mas como tal tecnologia está acabando e será substituída, nossos produtos irão acompanhar e se integrar ao IPV6. Mas o que muda nisso?

A qualidade de nossos produtos continuarão o mesmo.

A vantagem da implantação do IPV6 é que facilitará o gerenciamento de redes, será mais fácil de criar softwares com funções voltadas a internet, haverá mais estabilidade em conexões móveis e possibilitará uma construção de redes com mais desempenho e facilidade no controle.

Leia também: http://www.clearcftv.com.br/dicas/tipos-de-gravacoes-do-stand-alone-e-suas-configuracoes/

Qualquer dúvida, entre em contato com nosso suporte: (35)3473-4000

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Há situações que sempre acreditamos que nunca vamos passar.
Imagine só: em sua casa há uma câmera de segurança instalada e durante um assalto o ladrão oculta a lente da câmera para não ser reconhecido, ou pior, corta o fio de ligação. Você nem percebe e quando mal se depara, é surpreendida com alguém dentro da sua casa.
Pois é, esses casos ocorrem com mais frequência que se imagina.
Só para se ter uma ideia, um relatório de 2011 apontou que a cada 100 mil habitantes no Brasil, 572,7 são vítimas de assalto, ficando o Brasil em terceiro lugar da América Latina com maior taxa de roubos.
Os Stand Alone tem uma tecnologia que possibilita você saber quando tais situações acontecem, deixando você em alerta.
Essas funções são conhecidas como oclusão e vídeo loss.

A Oclusão aciona um alarme quando a lente da sua câmera é ocultada, ou quando acidentalmente, algum objeto obstrui a visão, não realizando a gravação.

Tal função pode ser configurada em “Menu”, “Alarme”. Também, você consegue fazer com que uma mensagem possa ser enviada a seu e-mail, passando as informações da sua câmera.

O Vídeo Loss é uma função que aciona um alarme quando o cabo da sua câmera é cortada.

Ele é configurado em “Menu”, “Alarme”. Tal função também pode ser configurada para ser recebida via e-mail.

As configurações para receber por e-mail devem ser ajustadas em “Menu”, “Sistema”, “Serviços” e “E-mail”.

Qualquer dúvida, entre em contato com nosso suporte (35)3473-4000.
Confira mais dicas sobre CFTV no nosso blog
http://www.clearcftv.com.br/dicas/

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Certamente você já deve ter se perguntado sobre os tipos de gravação do stand alone.

Pensando nisso, vamos falar sobre os tipos de gravação e como configurá-los.

Bem, há dois modos de gravar pelo stand alone, sendo por gravação contínua ou gravação por detecção de movimento.
A gravação contínua gera maior tamanho de arquivos, tornando a capacidade do HD mais curta, podendo a vir gravar imagens desnecessárias.

Por outro lado, a gravação por movimento gera uma economia no espaço de armazenamento do HD.
Só para se ter uma noção, um DVR de 16 canais AHD, em gravação contínua, com HD de 4TB, chega a gravar por 14 dias.
Há também uma possibilidade de se gravar das duas maneiras, mesclando as gravações; por exemplo: você tem uma loja e as câmeras de segurança podem ficar gravando em modo contínuo enquanto há funcionamento. Após esse horário, poderá configurar para gravar apenas por movimento, já que a mesma encontra se fechada.

Assim, para configurar em gravação por detecção de movimento, é preciso que se entre no “MENU” clicando com o botão direito do mouse na tela. Na aba “Gravação” entre na opção “Configuração”.

No campo “Canal”, coloque o canal que deseja ativar a detecção de movimento ou “Todos” para configurar todos os canais; na opção “Modo” marque “Agenda”; em “Semana” marque “Todos” para configurar a gravação para todos os dias; em “Período 1” deixe “00:00 – 24:00” e marque a opção “Detec.”. E clique em “OK”.

Agora, na aba “Alarme”, clique em “Movimento”. Em “Canal”, selecione o canal que a câmera será gravada por movimento e clique em “Ativar”. Escolha uma sensibilidade de detecção no campo “Sensibilidade”

Na opção “Canal”, localizado abaixo de “Saída de Alarme”, selecione o canal correspondente ao canal ativado na aba acima. E refaça as configurações em todos os canais. Clique no botão “OK”. Clique em “OK” na tela anterior.

Feito isso, o DVR já́ estará gravando por detecção de movimento.

Lembrando que, qualquer dúvida, o nosso suporte encontra se a disposição para poder ajudar, (35)3473-4000.

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